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União: Igualdade no Casamento e na Adopção

Novembro 15, 2009

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O casamento homossexual é uma temática que tem sido fortemente discutida.
A proposta de lei ainda não é conhecida, mas caminha-se a largos passos para a sua concretização e talvez aprovação.

Um tema controverso,  na sociedade portuguesa, mas que é um direito primário na nossa visão e que há muito deveria estar vinculado e presente na nossa legislação.

É sabido que somos um povo culturalmente pouco aberto a novas mudanças, devido á nossa cultura de povo oprimido fortemente enraizada, pois a “dita liberdade de expressão” só aconteceu à meia dúzia de anos, factor histórico que nos condiciona e pela qual não temos a culpa!?, mas também ao nível social/moral (porque este tema mexe com a “moral” de muita gente), bem como com as fortes tradições religiosas (católicas), o que constituem factores de relevo que impedem, muitas vezes, a tal mudança de hábitos e mentalidades.

Homossexuais sempre existiram, já houve um pequeno passo que os permitiu mais do que nunca “sair do armário” e assumirem sem medos nem vergonhas a sua sexualidade. Não se pode negá-los, não se deve oprimi-los nem ostracizá-los, fazem parte da nossa sociedade e convivem connosco. Porque não aceitá-los como tal, inseri-los e dotá-los de todos os direitos a que qualquer casal heterossexual “normal” tem?

Porque não devem ter o direito de escolha e livre arbítrio quanto à sua opção de casar e poderem assim ser felizes e livres como todos os restantes casais heterossexuais?

Já é aprovado em vários países da União Europeia, como é o caso da Holanda, e aqui mesmo ao lado a nossa vizinha Espanha.

Aliado a este assunto vem o tema da adopção.
Deverá ser permitida a estes casais depois de casarem? Claro que a evolução natural de uma relação  é desejar a chegada de filhos posteriormente ao casamento. Como não é naturalmente possível, porque não poderem recorrer à adopção?

Os Lares de Infância e Juventude no nosso país continuam cheios, apesar de um decréscimo do número de crianças e jovens institucionalizados devido à evolução de políticas sociais na área da infância, mas continua a ser uma realidade. A adopção é uma vertente possível da desinstitucionalização, em que o bem-estar da criança é uma primazia fundamental a respeitar.

Apesar da opção sexual dos casais, também os homossexuais não terão o mesmo direito de poderem adoptar?
Não terão tanto amor e conforto para dar a uma criança, fazendo valer acima de tudo o seu bem-estar,  como qualquer outro casal heterossexual comum??

Vamos lá pensar e reflectir…

Quanto a nós, já pensado e reflectido vamos agir e lutar, SEMPRE, pela igualdade…incondicional

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